Sentada à janela observava os carros que passavam e esperava. Já passava da hora mas não me importava, eu sabia que ele vinha.
Olhei-me e fiquei satisfeita com a minha imagem, embora me sentisse cansada a viagem não tinha deixado muitas marcas, sentia-me bem, depois do duche frio vesti as minhas calças rasgadas e um top com decote profundo. Não precisava de sapatos torturantes, nem penteado, nem maquilhagem hoje eu podia ser simplesmente eu. O cheiro a laranjas que emanava do meu cabelo relaxava-me, por dentro eu sabia, a noite ia ser especial.
Ele chegou, saiu do carro e olhou para cima, trazia na mão o que me prometeu. Eu observava-o por trás da janela, o vidro espelhado mantinha-me em segredo.
Abri a porta, olhei-o nos olhos, não mudou muito depois destes anos todos sem nos vermos, o sorriso era igual.
- Não mudaste nada! – Disse ele depois de me ter cumprimentado com os dois beijos da praxe.
- Tu também mudaste pouco, entra!
Falamos um pouco de nós, do passado. Com ele eu tinha perdido a minha virgindade e aprendido como ter e dar prazer. Foi um namorado quase perfeito!
Eu sentia-o nervoso, com relutância ele pousava a mão nas minhas pernas, olhava-me pelo canto do olho como se me comesse com o olhar. Para nos pôr mais à vontade convidei-o a ver o resto da casa e mostrei-lhe a varanda onde tinha tirado a foto que lhe tinha mandado.
Ele abraçou-me, sussurrou-me ao ouvido que eu estava linda, beijou-me no pescoço e depois muito leve nos lábios.
Eu sentia-me bem nos seus braços fortes. Fomos para baixo, de novo na sala, sentados no sofá, voltamos ao que tínhamos começado. Ele despiu-me e eu desabotoei-lhe a camisa, beijei-o no peito, com as mãos eu percorria e explorava o seu corpo.
- Vamos foder? – Perguntou com uma voz profunda, tremente, que me fez delirar.
Pus-me em cima dele e com o car*lho dentro de mim eu comecei a foder, começava a ficar louca com o que sentia, movimentava a minha anca para cima e para baixo, fazia movimentos circulares, nós gemíamos quase em conjunto.
-Isso fode-me! Que c*na perfeita! – Dizia ele, já com a voz mais clara e determinada.
Com uma mão ele segurava-me num peito que chupava e com a outra mão ele percorria as minhas curvas. Eu gostei de sentir aquelas mãos grandes.
Sem retirar o car*lho de dentro ele levantou-se comigo ao colo e sentou-me, ele por cima fodia-me com força mas gentilmente, depois com mais força e veio-se. Ficamos assim abraçados, foi uma foda perfeita. Quase impossível descrever.
Depois ele pegou em mim e levou-me para o quarto deitou-me na cama e sem dizermos uma palavra ele penetrou-me outra vez. Desta vez eram as minhas mãos que lhe percorriam o corpo. A luz do pôr-do-sol nos nossos corpos em movimento fazia reluzir o suor que se começava a ver, eu gemia baixinho, ele dizia-me coisas loucas ao ouvido.
Um calafrio percorreu o meu corpo, um orgasmo divinal tinha chegado. Apercebendo-se disso ele aumentou o ritmo das estocadas – Espreme – dizia, eu contraía os músculos da minha gruta. Ah, ouvi, e senti ele a vir-se em mim.
Embora já estivéssemos os dois satisfeitos o calor não se apagava, nós queríamos mais, mas estávamos estafados. Levantei-me e fui para o duche liguei a água fria, mas eu não a sentia. Ele seguiu-me.
- Posso? – Perguntou
-Claro! – Respondi. E ficamos os dois abraçados debaixo da água fria.
Os nossos corpos arrepiados procuravam-se, eu não conseguia controlar a vontade e voltei-me de costas para ele, empinei o rabo e ele penetrou-me. Com calma ele fodia-me como quem já tinha comido mas não conseguia parar. Mas eu estava louca, com uma mão masturbava-me com a outra segurava-me ao suporte do chuveiro. Aquela posição dava-me um prazer louco. Virei-me para ele, encostei-me à parede, pus os pés no rebordo da banheira e pedi-lhe:
- Fode-me! – Ele não demorou muito para atender ao meu pedido, o cansaço não nos deixava gozar como queríamos mas a vontade continuava lá. Com força ele fodia-me, a água a escorrer pela minha pele arrepiada, os seios excitados pulavam no meu peito, as mãos dele a segurar-me pela anca, era tudo uma imagem que não me sai do pensamento. Ele começou a tactear-me com uma mão que parou no meu rabo, com um dedo ele penetrou-me devagarinho o ânus, eu fechei os olhos e gemi, quase gritava de prazer!
- Come, espreme-me a car*lho, que c*na deliciosa!
- Não é a minha c*na, é o teu car*lho que é bom demais! – Respondia eu.
Não podia mais, estava esgotada! Já de pé abraçamo-nos outra vez e deixamos a água que já era gelada arrefecer-nos. Beijei-o na boca e baixei-me, abocanhei o seu car*lho e mamei com força, com uma mão afagava-lhe os testículos com a outra masturbava-o.
Ele gemia, com as duas mãos segurava-me na cabeça, amarrando aos meus cabelos molhados ele seguia o movimento da minha cabeça.
- Chupa, ai que boca! Engole-me essa merda, toma! – Senti os seus músculos a contraírem-se e mamei-o até ele dizer: - Pára….
Estafados fomos de volta para a cama, a nossa respiração ouvia-se ofegante.
-Tenho de me ir embora. – Disse ele
- Estou cheia de sede. – Respondi
Vesti uma T-shirt XL e fomos para baixo, bebemos e sentámo-nos no sofá de novo. Olhei para o relógio e reparei que já se tinham passado duas horas desde que ele chegou. Peguei no saco que ele me trouxe e tirei de lá um pastel de nata.
- Gostas assim tanto disso para me pedires? Pensei que ias querer uns chocolates ou umas flores quando te perguntei!
- Espera que já vais ver! – Respondi
Aconchegados no sofá, eu tinha a cabeça no peito dele, o que lhe tapava a visão do que estava a fazer. Puxei-lhe as calças para baixo, que entretanto tinha vestido, de modo que toda a zona estivesse livre, apertei o pastel e o creme começou a cair-lhe na pele, com um dedo besuntei-o.
- A minha maneira preferida de os comer! – Disse eu
Devagarinho comecei a lamber à volta do umbigo, mais em baixo comecei a chupar. Olhei para ele, ele tinha os olhos cerrados e a respiração dele começou a acelerar outra vez.
-Que língua, tu tens um jeitinho… Que lábios, ai meu Deus! – Gemia ele!
Então ele levantou-se pegou em mim e deitou me nas costas do sofá pela parte de trás.
-Tu tás com uma fome que eu vou-te dizer! – E estava! Uma fome de doze anos, pensei eu. Com o car*lho em riste ele penetrou-me mais uma vez, desta vez à bruta, ele cravava-me as unhas na pele, beijava-me no pescoço, puxou-me o cabelo para um lado e beijou-me na boca. As nossas línguas roçavam-se de fora.
Nenhum de nós se veio, não conseguíamos mais.
- Isto é muito marisco para mim!
Vestiu-se deu-me mais um abraço e um beijo e disse:
- Não te esqueças de mim, eu vou ficar aqui à tua espera, quando voltares eu quero repetir!
by Sofia