quinta-feira, 7 de outubro de 2010

O Ricardo

Sentada à janela observava os carros que passavam e esperava. Já passava da hora mas não me importava, eu sabia que ele vinha.

Olhei-me e fiquei satisfeita com a minha imagem, embora me sentisse cansada a viagem não tinha deixado muitas marcas, sentia-me bem, depois do duche frio vesti as minhas calças rasgadas e um top com decote profundo. Não precisava de sapatos torturantes, nem penteado, nem maquilhagem hoje eu podia ser simplesmente eu. O cheiro a laranjas que emanava do meu cabelo relaxava-me, por dentro eu sabia, a noite ia ser especial.

Ele chegou, saiu do carro e olhou para cima, trazia na mão o que me prometeu. Eu observava-o por trás da janela, o vidro espelhado mantinha-me em segredo.

Abri a porta, olhei-o nos olhos, não mudou muito depois destes anos todos sem nos vermos, o sorriso era igual.

- Não mudaste nada! – Disse ele depois de me ter cumprimentado com os dois beijos da praxe.

- Tu também mudaste pouco, entra!

Falamos um pouco de nós, do passado. Com ele eu tinha perdido a minha virgindade e aprendido como ter e dar prazer. Foi um namorado quase perfeito!

Eu sentia-o nervoso, com relutância ele pousava a mão nas minhas pernas, olhava-me pelo canto do olho como se me comesse com o olhar. Para nos pôr mais à vontade convidei-o a ver o resto da casa e mostrei-lhe a varanda onde tinha tirado a foto que lhe tinha mandado.

Ele abraçou-me, sussurrou-me ao ouvido que eu estava linda, beijou-me no pescoço e depois muito leve nos lábios.

Eu sentia-me bem nos seus braços fortes. Fomos para baixo, de novo na sala, sentados no sofá, voltamos ao que tínhamos começado. Ele despiu-me e eu desabotoei-lhe a camisa, beijei-o no peito, com as mãos eu percorria e explorava o seu corpo.

- Vamos foder? – Perguntou com uma voz profunda, tremente, que me fez delirar.

Pus-me em cima dele e com o car*lho dentro de mim eu comecei a foder, começava a ficar louca com o que sentia, movimentava a minha anca para cima e para baixo, fazia movimentos circulares, nós gemíamos quase em conjunto.

-Isso fode-me! Que c*na perfeita! – Dizia ele, já com a voz mais clara e determinada.

Com uma mão ele segurava-me num peito que chupava e com a outra mão ele percorria as minhas curvas. Eu gostei de sentir aquelas mãos grandes.

Sem retirar o car*lho de dentro ele levantou-se comigo ao colo e sentou-me, ele por cima fodia-me com força mas gentilmente, depois com mais força e veio-se. Ficamos assim abraçados, foi uma foda perfeita. Quase impossível descrever.

Depois ele pegou em mim e levou-me para o quarto deitou-me na cama e sem dizermos uma palavra ele penetrou-me outra vez. Desta vez eram as minhas mãos que lhe percorriam o corpo. A luz do pôr-do-sol nos nossos corpos em movimento fazia reluzir o suor que se começava a ver, eu gemia baixinho, ele dizia-me coisas loucas ao ouvido.

Um calafrio percorreu o meu corpo, um orgasmo divinal tinha chegado. Apercebendo-se disso ele aumentou o ritmo das estocadas – Espreme – dizia, eu contraía os músculos da minha gruta. Ah, ouvi, e senti ele a vir-se em mim.

Embora já estivéssemos os dois satisfeitos o calor não se apagava, nós queríamos mais, mas estávamos estafados. Levantei-me e fui para o duche liguei a água fria, mas eu não a sentia. Ele seguiu-me.

- Posso? – Perguntou

-Claro! – Respondi. E ficamos os dois abraçados debaixo da água fria.

Os nossos corpos arrepiados procuravam-se, eu não conseguia controlar a vontade e voltei-me de costas para ele, empinei o rabo e ele penetrou-me. Com calma ele fodia-me como quem já tinha comido mas não conseguia parar. Mas eu estava louca, com uma mão masturbava-me com a outra segurava-me ao suporte do chuveiro. Aquela posição dava-me um prazer louco. Virei-me para ele, encostei-me à parede, pus os pés no rebordo da banheira e pedi-lhe:

- Fode-me! – Ele não demorou muito para atender ao meu pedido, o cansaço não nos deixava gozar como queríamos mas a vontade continuava lá. Com força ele fodia-me, a água a escorrer pela minha pele arrepiada, os seios excitados pulavam no meu peito, as mãos dele a segurar-me pela anca, era tudo uma imagem que não me sai do pensamento. Ele começou a tactear-me com uma mão que parou no meu rabo, com um dedo ele penetrou-me devagarinho o ânus, eu fechei os olhos e gemi, quase gritava de prazer!

- Come, espreme-me a car*lho, que c*na deliciosa!

- Não é a minha c*na, é o teu car*lho que é bom demais! – Respondia eu.

Não podia mais, estava esgotada! Já de pé abraçamo-nos outra vez e deixamos a água que já era gelada arrefecer-nos. Beijei-o na boca e baixei-me, abocanhei o seu car*lho e mamei com força, com uma mão afagava-lhe os testículos com a outra masturbava-o.

Ele gemia, com as duas mãos segurava-me na cabeça, amarrando aos meus cabelos molhados ele seguia o movimento da minha cabeça.

- Chupa, ai que boca! Engole-me essa merda, toma! – Senti os seus músculos a contraírem-se e mamei-o até ele dizer: - Pára….

Estafados fomos de volta para a cama, a nossa respiração ouvia-se ofegante.

-Tenho de me ir embora. – Disse ele

- Estou cheia de sede. – Respondi

Vesti uma T-shirt XL e fomos para baixo, bebemos e sentámo-nos no sofá de novo. Olhei para o relógio e reparei que já se tinham passado duas horas desde que ele chegou. Peguei no saco que ele me trouxe e tirei de lá um pastel de nata.

- Gostas assim tanto disso para me pedires? Pensei que ias querer uns chocolates ou umas flores quando te perguntei!

- Espera que já vais ver! – Respondi

Aconchegados no sofá, eu tinha a cabeça no peito dele, o que lhe tapava a visão do que estava a fazer. Puxei-lhe as calças para baixo, que entretanto tinha vestido, de modo que toda a zona estivesse livre, apertei o pastel e o creme começou a cair-lhe na pele, com um dedo besuntei-o.

- A minha maneira preferida de os comer! – Disse eu

Devagarinho comecei a lamber à volta do umbigo, mais em baixo comecei a chupar. Olhei para ele, ele tinha os olhos cerrados e a respiração dele começou a acelerar outra vez.

-Que língua, tu tens um jeitinho… Que lábios, ai meu Deus! – Gemia ele!

Então ele levantou-se pegou em mim e deitou me nas costas do sofá pela parte de trás.

-Tu tás com uma fome que eu vou-te dizer! – E estava! Uma fome de doze anos, pensei eu. Com o car*lho em riste ele penetrou-me mais uma vez, desta vez à bruta, ele cravava-me as unhas na pele, beijava-me no pescoço, puxou-me o cabelo para um lado e beijou-me na boca. As nossas línguas roçavam-se de fora.

Nenhum de nós se veio, não conseguíamos mais.

- Isto é muito marisco para mim!

Vestiu-se deu-me mais um abraço e um beijo e disse:

- Não te esqueças de mim, eu vou ficar aqui à tua espera, quando voltares eu quero repetir!

by Sofia

terça-feira, 26 de agosto de 2008

A primeira vez com outra mulher...

O dia ia ser chato, eu sabia-o, e logo ao chegar ao trabalho disseram-me que tinha de preparar a sala de reuniões. Havia uma reunião de urgência para as onze horas.O meu telemóvel deu sinal de mensagem, era o Filipe.O Flip, como eu o chamo, é um grande amigo com quem eu mantive um relacionamento durante quatro anos, mas sempre insistiu que não éramos amantes, era só uma aventura...Na sms ele perguntava como estava eu, e eu respondi-lhe que não era um dos meus melhores dias. Logo a seguir ele mandou outra a dizer para não responder às sms's tinha uma coisa importante para me contar. Ele começou por dizer que adorava foder comigo e que adorava explorar o meu corpo e que daria o mundo para me poder ter outra vez naquele momento.As sms's eram principalmente eróticas o que me começou a excitar.Entretanto comecei a preparar a sala e as sms's sempre a chegar cada vez mais quentes. Senti os meus mamilos a ficarem rijos, a minha cona começou a humedecer, eu tinha de apagar aquele fogo que alastrava em mim.Olhei para o relógio, faltavam duas horas para a reunião e pensei:
- "É mesmo aqui". Só precisava de dois minutos.Desabotoei a blusa, desapertei a saia, deitei-me em cima da mesa, abri as pernas, meti uma mão por dentro da saia e masturbei-me. Com a outra mão eu massajava os mamilos. O orgasmo chegou muito rápido, deixei-me ficar assim deitada.Quando abri os olhos vi a Ariena a olhar para mim.A Ariena é brasileira, uma linda mulher. Numa das conversas que tivemos à hora do almoço ela contou-me que no Brasil já tinha sido actriz pornográfica para ganhar a vida.Eu fiquei embaraçadíssima quando a vi, mas reparei que ela mordia os lábios, como se tivesse assistido à cena toda. Com o olhar convidei-a a juntar-se a mim, afinal tinha tempo.Ela despiu-se e pôs-se em cima de mim, em posição 69. Começou a lamber-me e o que eu senti era simplesmente magnífico. Eu lambi-a também, o suco dela era delicioso. Eu tinha receio de não lhe satisfazer do mesmo modo como ela me estava a satisfazer.De repente senti alguém atrás de mim, era o Oliver. O Oliver é segurança no hotel, um jovem muito bem esculpido.Sem fazer muito barulho ele trancou a porta despiu as calças, eu comecei a massajar-lhe o pénis até que ficou erecto e então ele penetrou a Ariena.Aquela imagem do sexo que estava mesmo em frente a mim, era muito excitante.A Ariena acelerou o movimento da sua própria língua e dos dedos na minha cona, como que a pedir-me para a lamber também. E foi o que fiz. Lambia-lhe o clítoris, masturbamo-nos mutuamente enquanto o Oliver a fodia, pouco demorou para que eu atingisse novamente o orgasmo e logo a seguir ela também, mas eu não parei, não podia nem queria.Comecei a lamber os testículos ao Oliver e ele veio-se, esporrou-se em cima dos meus peitos e a Ariena logo de seguida começou a lamber-me o leite que tinha por todo o lado.A miúda tinha uma língua mágica, ela sabia o que eu queria sem ter de dizer nada.Vestimo-nos todos e continuamos o trabalho, o meu telemóvel tocou outra vez, tinha-me esquecido completamente dele. Li de rompante as sms's que tinha recebido entretanto do Flip, a última dizia:
- " Gostaste?"
Eu respondi que nunca tinha sentido uma coisa assim.

by Sofia.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

O Flip e eu…

Eu conheço o Flip à já muitos anos, sempre o admirei pela força de viver que ele tem.
Nunca pensei que entre nós pudesse acontecer algo, mas tudo começou com uma volta na sua mota.
Eu devia ser a única pessoa que nunca deu uma volta com ele. Um dia combinamos ir todos para a praia e quando cheguei lá ele também estava a chegar, saí do carro e disse-lhe para não desligar a mota que eu queria dar uma voltinha.
Sentei-me atrás dele e agarrei-me com todas as forças, eu sabia que o passo seguinte, ou os primeiros metros iam ser com a roda da frente no ar.
Com as mãos na sua barriga apercebi-me que ele até tinha uns músculos muito bem delineados. Coisa que nunca tinha reparado, ele era simplesmente um grande amigo.
Nessa noite fomos todos para casa dele fazer um grande churrasco. Nós os dois ficamos com a parte das saladas, eu lavava e ele cortava. Foi aí que começou, um olhar sedutor e um toque de mãos demorado, deram-me a entender que eu não lhe era indiferente.
No dia a seguir eu estava irrequieta, tinha de saber o que ele realmente queria dizer.
Mandei-lhe uma mensagem que dizia “Isto deu faísca…” a resposta foi tudo menos o que eu esperava. “ Sofia, já à muito tempo que tento seduzir-te, deves andar com a cabeça no ar para nunca teres reparado. O teu corpo deixa-me louco de tesão e os teus seios encostados a mim, ontem, só me deixaram mais louco ainda. Confesso que tinha um pouco de medo para me declarar, mas eu não sabia qual ia ser a tua reacção e o que eu procuro é mesmo só sexo. Beijo, Flip”
Eu fiquei de boca aberta, devia andar mesmo com a cabeça no ar. Combinamos um encontro em minha casa na manhã seguinte, eram seis horas da manhã quando a campainha tocou. Levantei-me, vesti o meu roupão e fui à porta. Lá estava ele com um saco de pães que cheiravam uma maravilha.
-“Eu conheço o padeiro!” – disse ele, realmente quase nenhuma padaria estava aberta àquela hora da manhã.
Fomos para a cozinha, preparei dois cafés e comemos os pães com manteiga. E então ele começou a contar tudo o que já tinha feito para me seduzir e que já começava a ficar frustrado por não ter sucesso comigo.
Ele não tinha ido trabalhar e foi o que eu fiz também, liguei para o meu chefe, inventei uma desculpa e desliguei. Quando me voltei ele estava encostado a mim, soltou-me os cabelos e beijou-me, despiu-me o roupão e admirou o meu corpo nu.
-“Linda!” – foram as palavras dele –“ simplesmente linda!” Ele pegou em mim e levou-me para a cama, que ainda estava quente, deitou-me e começou por me beijar as pernas foi subindo e começou a usar também a língua até que chegou à minha gruta, lambeu-me e um arrepio fez-me estremecer o corpo todo, ele chupava e lambia como nunca ninguém me tinha feito, a língua dele era uma maravilha. Pôs um dedo dentro e chupou-me o clítoris, o que me levou ao sétimo céu.
Ele despiu-se e penetrou-me. Os movimentos dele eram lentos, o que me deixava louca, as mãos percorriam cada curva do meu corpo, ele chupava-me os mamilos, arrepiava-me. Eu não aguentava, queria mais, mais força. Eu movimentava a minha anca ao mesmo tempo que ele espetava bem fundo, eu tinha de fazer qualquer coisa.
Rolei-me para cima dele e comecei a cavalgar aquele mastro, primeiro devagar e depois com força, com muita força…
-“ Tem calma” – disse ele –“ mais devagar eu não me quero vir já, eu quero saborear esse teu calor!”
Mas eu não aguentava, saí de cima, pus-me de gatas dei-me uma palmada no rabo e disse: -“ Mas eu quero, fode-me, fode-me com força!” – era uma ordem.
Um novo fogo parecia ter incendiado nos olhos dele, ele penetrou-me por trás, agarrou-se à minha anca com força e fodia-me com vigor. Eu sentia o pau dele todo dentro de mim, eu gritava de prazer e vim-me. Deitei-o e comecei a mamar, tão fundo quanto podia, senti os músculos dele a contraírem-se e engoli cada gota que ele deitou.
Fodemos toda a manhã, perdi a conta à quantidade de orgasmos que tive.
A nossa relação durou cerca de quatro anos, fodemo-nos em todos os sítios possíveis e imaginários. Era a relação perfeita, sem direitos nem deveres simplesmente um sim ou um não.
Um dia acordei com vontade de o ter outra vez, liguei-lhe, mas a resposta dele foi ríspida. E então eu disse:
-“ Olha, preciso urgentemente de falar contigo, passo na tua casa logo à tarde, pode ser?”
-“ Sim, pode ser, xau.” E desligou. Consciente ou inconscientemente eu tinha tomado uma decisão, pôr fim à nossa aventura, tinha decidido e estava decidido.
À hora marcada eu estava lá, recebeu-me com um sorriso forçado.
-“ Que se passa contigo hoje?” – perguntei.
-“ A minha companheira, ela descobriu…”
-“ Então, nem é tarde nem é cedo, é melhor acabarmos com isto por um bom tempo, eu não te ligo, tu não me ligas e esquecemo-nos e o que aconteceu entre nós” – disse eu friamente, eu tinha de mostrar convicção nas minhas palavras. Mas a reacção dele foi inesperada. Ele abraçou-me e disse que não conseguia, queria uma última vez. Eu disse que não, mas ele começou a beijar-me, tentou desapertar-me as calças, eu lutava contra ele.
Conseguiu pôr a mão por dentro das calças e penetrou-me com o dedo. Aquela luta e o movimento da mão começavam a deixar-me louca, ele sabia do que eu gostava e tinha mais força que eu.
-“ Não, pára, eu não quero foder!” – disse eu com fúria. Funcionou, ele parou, olhou-me nos olhos e disse:
-“Não queres mesmo!? Pelo menos faz-me um broche, deixa-me vir na tua boca. Tu sabes que ninguém mama tão bem como tu! Deixa-me saborear o teu corpo, anda lá, por favor!”
Não resisti, uma última vez também eu queria e não deixei o meu orgulho falar mais alto. Com avidez despi-lhe as calças, mesmo ali encostados ao portão da rua, eu meti o car*lho dele todo na boca, sincronizei o movimento da mão com o da boca e mamava com vontade. Numa posição difícil ele conseguiu chegar com a mão à minha gruta, masturbava-me com experiência, como só ele sabia. Senti que ele se vinha aumentei o ritmo até que o liquido parou de sair. Com as mãos limpei a cara, olhei para ele, ele estava ofegante e com cara de satisfeito disse:
-“ És uma maravilha, esse teu piercing na língua ainda dá mais tusa, tens a certeza que não queres mais? Ainda estou capaz de te dar uma valente foda!”
Eu sabia-o perfeitamente, simplesmente não queria foder. Compus-me e pela primeira vez beijei-o com paixão, como se soubesse que nunca mais o ia ver, como se perdesse uma parte de mim e fui embora.
À volta para casa sorria enquanto conduzia, estava satisfeita comigo própria.
Debaixo do duche pensei “ Acabou e eu é que fiquei com a melhor parte”.
Com a água a escorrer pelo meu corpo encostei-me à parede e masturbei-me uma última vez a pensar no Flip.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

O James

Era uma segunda, quase uma hora da tarde. Tinha acabado de almoçar e preferia não ter de continuar a trabalhar, mas tinha uma estagiária para ensinar.Passei uma vista de olhos pelo computador da recepção onde trabalhava, vi que os clientes do dia eram na maior parte estrangeiros e eram muitos, por isso era melhor começar por preparar as chaves.Fui ao escritório ver se ainda estava numa imagem apresentável, e em frente ao espelho roguei mais pragas por ter de usar farda, uma saia justa pelo joelho e uma blusa a condizer, com o meu nome bordado, parecia uma hospedeira da TAP.Olhei para o balcão e já lá estava o James. O James parecia um jogador de futebol americano, alto, musculado, olhos verdes e cabelo castanho-claro. Parecia um actor de cinema.Mandei a estagiária para qualquer lado, eu tinha de meter conversa com aquela estátua humana. Desapertei mais um botão da blusa e fui à luta.-"Gostaria de fazer o check-in, por favor!"- Diz ele com um sorriso perfeito.Comecei por abrir a reservar dele e como era a primeira vez que ele ficava num dos nossos hotéis tinha de fazer uma ficha para novos clientes. No meio das perguntas obrigatórias meti outras para saber o que fazia da vida.Falamos um pouco, e quando lhe entreguei a chave e lhe expliquei onde era o quarto escrevi-lhe um bilhete que dizia: "Uma cerveja no bar, hoje 17h00?"Disse que sim e combinamos então encontrarmo-nos no bar.Passados cinco minutos ele volta à recepção e diz-me que a chave dele não estava a funcionar. Tenho de experimentar disse eu.Entramos no elevador para o décimo andar, onde era o seu quarto.Não conseguia deixar de olhar para os olhos dele através do espelho do elevador e quando as portas se fecharam ele virou-se para mim, esticou os braços e encostou as mãos à parede do elevador com a minha cabeça no meio, prendeu-me! Chega os lábios dele perto dos meus e diz: " Adoro ver uma mulher de farda!" Logo de seguida beija-me, ele tinha uns lábios carnudos e macios. Beijou-me no pescoço, desapertou-me a blusa, beijou-me os seios, subiu-me a saia pegou-me pelas ancas e penetrou-me mesmo ali. Ao atingir o climax não consegui conter um grito de prazer. Quando as portas do elevador se abriram já estávamos compostos, ele saiu e disse que não era preciso eu ir a chave funcionava, foi só um pretexto para me conseguir possuir no elevador. Eu nem saí, voltei para baixo, para o meu trabalho, esperei pelas 17h00 mas ele não apareceu. Nunca mais vi o James a única coisa que tenho dele é um bilhete que ele me deixou a dizer: " That was the best quiky I ever had! Kiss James!